segunda-feira, 5 de julho de 2010

Acorde Rico

Quando você se preocupa com o que não tem, desperdiça o que você já tem.

Você já tem tudo o que precisa para ser a pessoa que é.


Tudo o que você já conquistou, tudo o que viveu,
tudo o que você é hoje, isso é resultado do que você já tem.

A vida é rica em si e já é sua.

Concentre-se no que você pode fazer com ela.

Procure maneiras de fazer a diferença de uma forma substancial.

Em vez de se preocupar com o que você não tem,
faça o melhor com o que você tem.

Já é suficiente ter chegado tão longe.


Quanto mais você valorizar o que tem, mais útil isso se tornará.

A única coisa que impede fazer da sua vida a melhor possível é você mesmo.

Você já tem o que é preciso.

Existe um tesouro dentro de você esperando para ser descoberto.


Comece a usar esse tesouro ainda hoje.


Você pode acordar rico amanhã e se tornar mais rico a cada dia.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Uma história chinesa

Lin casara-se e podia se dizer feliz, se não fosse um pequeno detalhe: sua sogra.



Lin amava seu marido mas não desejava aquela sogra. Especialmente porque, conforme a velha tradição chinesa, a nora deve servir a sogra.

Os meses foram se passando e o que, de início, era um desconforto, um mal-estar, foi se transformando em um terrível sentimento.

Lin odiava sua sogra e não podia conceber ter que servi-la ano após ano, na soma cadenciada dos dias.

Por isso, ela procurou um velho sábio e lhe disse que precisava de ajuda, precisava se livrar da sua sogra.

O sábio a escutou, com paciência. Depois, providenciou algumas ervas e as entregou à jovem esposa.

Essas ervas – explicou – são venenosas. Elas devem ser deixadas em infusão e servidas, uma vez ao dia, todos os dias.



E o que acontecerá? – perguntou ansiosa a consulente.

Ora, ao cabo de seis meses, sua sogra morrerá. No entanto, muito cuidado deve ser tomado a fim de que as desconfianças a respeito da morte não venham a cair sobre você.

Por isso, trate muito bem a sua sogra e quando ela morrer, chore bastante.

A jovem foi para casa feliz e, no dia imediato, começou a servir o chá com aquelas ervas para a sogra. Conforme fora orientada, começou a tratá-la muito bem.

Os dias foram passando e três meses depois, Lin se deu conta que a sogra estava diferente.

Ela não era mais tão complicada, nem chata, nem arrogante.

Quando estavam para se completar os seis meses, um grande pavor tomou conta de Lin.

Ela não queria que a sogra morresse. Afinal, se transformara numa mãe para ela.



Lin correu ao sábio. Contou o que acontecera e do seu arrependimento.

Novamente, o sábio a escutou, com calma e lhe disse que, em verdade, não fora a sogra que mudara, mas ela mesma.

Ao se casar, ela olhava a sogra como uma rival, alguém a quem seu marido pertencera e continuava pertencendo.

Tomara-se de raiva por ter que servi-la e passou a projetar nela o ódio que a si própria consumia.

Mas, a partir do momento que decidira tratá-la bem, tudo isso se evaporara.

No entanto, o que fazer agora? Ela envenenara a mãe de seu marido, ao longo daqueles meses.

O ancião a sossegou: Não eram ervas venenosas, ao contrário, de poder vitamínico. Pode continuar a servi-las no chá.

E a nora, tranquila, retornou ao seu lar, para prosseguir a viver em paz, usufruindo do amor daquela que se transformara em mãe atenciosa.

* * *

Nada mais destrutivo, para si e para os que a cercam, do que o ódio que a criatura conserva e alimenta no coração.
Por isso, Francisco de Assis, compreendendo esse campo psíquico de tormenta e de loucura, firmava-se na proposta do amor.
E dizia: Onde houver ódio, consenti que eu semeie amor.
Pensemos nisso e semeemos o bem imbatível e o inefável amor, que falam da presença de Deus no mundo. E sejamos felizes, desde agora.

Redação do Momento Espírita, com base em palestra do orador espírita Divaldo Pereira Franco.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Lembrando Raul

Verdade...

Você não pode ensinar coisa alguma
a nenhuma pessoa;
você apenas pode auxiliá-la
a aprender por si mesma.

(Galileu )

terça-feira, 11 de maio de 2010

Criatividade sem limites

Coincidências...

Acontecem muitas vezes e, de um modo geral, simplesmente nos admiramos que aconteçam, sem atentar para detalhes.

No entanto, muitas dessas tais coincidências têm por trás a sábia mão Divina.



Lembramos de um empresário aposentado que recebeu um telefonema certo dia. Era da secretária de um famoso cardiologista que ele consultara há seis meses.

Ela desejava confirmar a sua consulta para o dia seguinte, às nove horas da manhã.

Richard Fleming não se recordava de ter marcado consulta. Lembrava que estivera na clínica, submetera-se a uma extensa bateria de testes e tudo estava bem.

Reticente, disse à secretária que não se lembrava de nenhuma consulta marcada com o cardiologista.

Ela pareceu um pouco hostil, nesse momento.

O senhor é Richard Fleming? Então, aqui está, amanhã, nove horas da manhã.

Por favor, o Dr. Brown é um médico muito conceituado, sua agenda está sempre lotada. Se o senhor não quiser vir à consulta, é só dizer. Desmarco e ligo para um paciente que esteja em lista de espera.

Richard achou que seria muito deselegante desmarcar a consulta, por isso a confirmou.

Mas, ficou preocupado. Será que o mal de Alzheimer o estava abraçando?

Pensou que, no dia seguinte, depois dos exames e dos testes, perguntaria ao médico o que fazer quanto a essa possibilidade. Afinal, de todos os processos de envelhecimento, o que ele mais temia era perder a sua capacidade mental.



Contudo, nem deu tempo para fazer indagações. Ao avaliar os primeiros resultados dos exames, o médico lhe disse que detectara um problema grave em seu coração.

Algo que necessitava urgente intervenção. Fora muito bom que ele tivesse vindo àquela consulta. Um ou dois meses mais e poderia ter sérios problemas.

Enquanto isso, na recepção da clínica, uma discussão tinha lugar.

Um homem estava quase a gritar com a secretária:

Como o senhor Richard Fleming já está sendo atendido? Eu sou Richard Fleming e minha consulta estava marcada para as nove horas, hoje!

Ante a sua insistência e impaciência, a secretária foi verificar no arquivo e descobriu duas fichas separadas para dois Richard Fleming.

Um era o que estava à sua frente e marcara a consulta. O outro era o que estava recebendo um diagnóstico grave e a prescrição da cura.

O Richard Fleming errado havia recebido o seu telefonema. Um equívoco que foi providencial para a vida do empresário aposentado.

Em verdade, ele precisava que isso acontecesse para que sua vida pudesse ser salva!

* * *

Deus tem sempre inusitadas formas de agir. Uma coincidência de duas pessoas com o mesmo nome poderia criar muita confusão.

Nesse caso, foi utilizada pela Providência Divina, para que uma pessoa pudesse ter sua vida salva!

Por isso, quando algumas coincidências acontecerem em sua vida, beneficiando-o, provocando-lhe felicidade, analise com cuidado e verifique se não podem ter sido provocadas pelo Pai amoroso e bom.

Isso porque o que chamamos simples coincidências são a expressão do amor de Deus aos Seus filhos.

Pensemos nisso!



Redação do Momento Espírita, com base em texto do livro Pequenos milagres, v. II, de Yitta Halberstam & Judith Leventhal, ed. Sextante.

sábado, 8 de maio de 2010