Resolvi postar aqui um texto que recebi, não só pela profundidade moral, mas sobretudo por retratar muito o que acontece nos dias de hoje.
Infelizmente, estamos rodeados por pessoas que pensam saber o que é ser de fato pai e/ou mãe.
Parece que basta ter um filho, trabalhar feito um(a) louco(a) para proporcionar ao filho tudo do bom e do melhor, especialmente aquilo que o torne muito melhor que os demais e pronto!, você está respaldado como um(a) pai/mãe dedicado(a) e amoroso(a), nem mesmo importando se você está de fato acompanhando o crescimento do seu filho ou se simplesmente está "empurrando com a barriga" esse processo.
O que se observa hoje é que cada vez mais temos responsáveis legais por crianças (e não mais pais) desleixados, que se preocupam unicamente com seus umbigos, suas diversões, suas vaidades, enfim, seus interesses pessoais em detrimento dos interesses dos pequenos.
Nas festas de escolas, o que a gente observa são mães cada vez mais lindas e produzidas, no melhor estilo "sex symbol", tentando se sobressair e fazer seus filhos e filhas se sobressaírem da mesma forma, com visuais sempre melhores que os dos amiguinhos... A criança não se veste pra brincar e sim pra se sobrepor a todas às outras ou, no mínimo, se igualar com a sandália da moda, o tênis X, etc. e tal. O resultado é o consumismo infantil crescente. Um outro problema, mas que agora não vem ao caso aprofundar.
Nos parquinhos e/ou playgrounds o que vemos são pais que chegam e dizem logo "vai brincar..." e se põem a conversar com outros pais esquecendo-se da vida, não importa quantos anos os filhos tenham e o que eles estejam fazendo. Eles só se lembram dos filhos apenas quando surge uma briga ou um acidente, provocado ou sofrido pelas crianças.
Ontem, no parquinho a que levo a minha filha, aconteceu algo do tipo. Ela estava brincando com mais duas amiguinhas, quando chegou um menino (já conhecido nosso, por ser extremamente mimado e ser sempre amparado pela mãe) que começou a pular em cima de onde elas estavam, pra que a areia da chinela dele caísse na cabeça delas.
Até então, brincadeira de criança. Elas saíram de uma casinha, foram pra outra e o menino igualmente procedeu. A mãe, falando ao celular sem nem se importar com o que o menino estava fazendo, afinal ELE estava importunando e não sendo importunado, chegou toda imperiosa e se sentou como se nada estivesse acontecendo.
Meu marido imediatamente, após a reincidência do menino, se aproximou e a interpelou perguntando "quem é a mãe do menino" e o que se sucedeu foi o diálogo mais absurdo que eu já ouvi em toda minha vida!
Ao relatar o que o menino estava fazendo, a mãe tratou logo de defender com o melhor argumento: "ele está com areia nas mãos, jogando na cabeça delas?".
E ao ser pedida pra intervir no comportamento do garoto, outra aberração: "eu trabalhei o dia inteiro, meu sr., eu não quero brigar com meu filho".
E por fim, o argumento mais forte, quando ela foi questionada sobre ser a mãe dele e não tomar nenhuma atitude: "O sr. quer que eu faça o quê?"
Eu, simplesmente fiquei estarrecida com a cena patética. Como é que uma mãe pode abrir mãe de seu papel de educadora de forma tão irresponsável e, no caso dela especificamente, tão grosseira! Típico de pessoas mal educadas e briguentas. Um horror!
Então, pelo meu cansaço, não importa o que o meu filho faça, se ele perturba, se ele bate, empurra, xinga ou está adquirindo um jeito nocivo de brincar.
É como descer com o cachorro pra fazer cocô fora de casa/apartamento não importa onde (na porta da casa de alguém, na calçada, num parquinho...), desde que não seja dentro da minha casa que ele faça a sujeira!
Já pensou que absurdo? Mas infelizmente a humanidade está dessa forma. Comportamentos assim são cada vez mais uma constantes.
São pais "passando a mão na cabeça dos filhos", seja por preguiça de exercer seus papéis de educadores de verdade, seja por remorso de não ter mais tempo para estes.
O que a gente não pode é confundir e abrir mão exatamente de tomar a atitude certa na hora certa. Os valores de bem a gente aprende desde de pequeno, e é errado pensar que a vida ensina. Os primeiro professores dos filhos somos nós e não o mundo.
O mundo é a prova final, mas o ano escolar são os pais que ensinam; e quando não ensinam o resultado é esse: crianças maquiavélicas, divertindo-se com a desgraça alheia, ou simplesmente nem levando em consideração o alheio.
Infelizmente, estamos rodeados por pessoas que pensam saber o que é ser de fato pai e/ou mãe.
Parece que basta ter um filho, trabalhar feito um(a) louco(a) para proporcionar ao filho tudo do bom e do melhor, especialmente aquilo que o torne muito melhor que os demais e pronto!, você está respaldado como um(a) pai/mãe dedicado(a) e amoroso(a), nem mesmo importando se você está de fato acompanhando o crescimento do seu filho ou se simplesmente está "empurrando com a barriga" esse processo.
O que se observa hoje é que cada vez mais temos responsáveis legais por crianças (e não mais pais) desleixados, que se preocupam unicamente com seus umbigos, suas diversões, suas vaidades, enfim, seus interesses pessoais em detrimento dos interesses dos pequenos.
Nas festas de escolas, o que a gente observa são mães cada vez mais lindas e produzidas, no melhor estilo "sex symbol", tentando se sobressair e fazer seus filhos e filhas se sobressaírem da mesma forma, com visuais sempre melhores que os dos amiguinhos... A criança não se veste pra brincar e sim pra se sobrepor a todas às outras ou, no mínimo, se igualar com a sandália da moda, o tênis X, etc. e tal. O resultado é o consumismo infantil crescente. Um outro problema, mas que agora não vem ao caso aprofundar.
Nos parquinhos e/ou playgrounds o que vemos são pais que chegam e dizem logo "vai brincar..." e se põem a conversar com outros pais esquecendo-se da vida, não importa quantos anos os filhos tenham e o que eles estejam fazendo. Eles só se lembram dos filhos apenas quando surge uma briga ou um acidente, provocado ou sofrido pelas crianças.
Ontem, no parquinho a que levo a minha filha, aconteceu algo do tipo. Ela estava brincando com mais duas amiguinhas, quando chegou um menino (já conhecido nosso, por ser extremamente mimado e ser sempre amparado pela mãe) que começou a pular em cima de onde elas estavam, pra que a areia da chinela dele caísse na cabeça delas.
Até então, brincadeira de criança. Elas saíram de uma casinha, foram pra outra e o menino igualmente procedeu. A mãe, falando ao celular sem nem se importar com o que o menino estava fazendo, afinal ELE estava importunando e não sendo importunado, chegou toda imperiosa e se sentou como se nada estivesse acontecendo.
Meu marido imediatamente, após a reincidência do menino, se aproximou e a interpelou perguntando "quem é a mãe do menino" e o que se sucedeu foi o diálogo mais absurdo que eu já ouvi em toda minha vida!
Ao relatar o que o menino estava fazendo, a mãe tratou logo de defender com o melhor argumento: "ele está com areia nas mãos, jogando na cabeça delas?".
E ao ser pedida pra intervir no comportamento do garoto, outra aberração: "eu trabalhei o dia inteiro, meu sr., eu não quero brigar com meu filho".
E por fim, o argumento mais forte, quando ela foi questionada sobre ser a mãe dele e não tomar nenhuma atitude: "O sr. quer que eu faça o quê?"
Eu, simplesmente fiquei estarrecida com a cena patética. Como é que uma mãe pode abrir mãe de seu papel de educadora de forma tão irresponsável e, no caso dela especificamente, tão grosseira! Típico de pessoas mal educadas e briguentas. Um horror!
Então, pelo meu cansaço, não importa o que o meu filho faça, se ele perturba, se ele bate, empurra, xinga ou está adquirindo um jeito nocivo de brincar.
É como descer com o cachorro pra fazer cocô fora de casa/apartamento não importa onde (na porta da casa de alguém, na calçada, num parquinho...), desde que não seja dentro da minha casa que ele faça a sujeira!
Já pensou que absurdo? Mas infelizmente a humanidade está dessa forma. Comportamentos assim são cada vez mais uma constantes.
São pais "passando a mão na cabeça dos filhos", seja por preguiça de exercer seus papéis de educadores de verdade, seja por remorso de não ter mais tempo para estes.
O que a gente não pode é confundir e abrir mão exatamente de tomar a atitude certa na hora certa. Os valores de bem a gente aprende desde de pequeno, e é errado pensar que a vida ensina. Os primeiro professores dos filhos somos nós e não o mundo.
O mundo é a prova final, mas o ano escolar são os pais que ensinam; e quando não ensinam o resultado é esse: crianças maquiavélicas, divertindo-se com a desgraça alheia, ou simplesmente nem levando em consideração o alheio.
Já que são criadas egocentricamente, tornam-se cada vez mais dependentes, tristes e isoladas, vítimas iniciais de seus próprios pais inertes.
Talvez por isso eu seja tão estranha, porque esse comportamento, para mim, não é normal. Mas se isso é ser antiquado(a), então eu prefiro ser assim!!!
Segue o texto belíssimo para reflexão de todos nós, pais, a respeito de como nós estamos criando nossos filhos. Vale a pena ler...
____________________________________________
TEMPO DOS FILHOS
As tendências da atualidade falam de qualidade, quando se discute a questão de educação de filhos e tempo que os pais dedicam a eles.
Em verdade, toda vez que o assunto tempo é tratado, as primeiras frases que brotam ligeiras das bocas das pessoas é: "Não tenho tempo". "A vida é muito corrida". "A profissão me exige muito".
Face a tais posicionamentos, natural que o que se sacrifique seja sempre o tempo com a família. Afinal, a profissão é importante porque tanto realiza o ser quanto lhe permite angariar os recursos para o conforto e as necessidades. O estudo é importante porque permite o progresso da criatura, tanto quanto é exigido para o aprimoramento técnico.
Dessa forma, resta somente sacrificar o tempo dedicado aos familiares. Assim, os filhos crescem sem que percebamos.
Possivelmente,começaremos a notar que os anos passaram quando o filho chegar em casa com a namorada pela mão para nos apresentá-la.
Como é possível? Ainda ontem usava fraldas e hoje já namora. Sim, o tempo parece correr. Os anos se somam. O tempo da infância se vai. Os filhos crescem.
Mas, alguns pais dizem que o importante não é o quanto de horas permanecemos ao lado dos filhos, mas a qualidade, isto é, o que fazemos quando estamos com eles.
Face a isso, acreditam que sair no final de semana para um passeio, um almoço familiar, férias em conjunto sejam suficientes para suprir a necessidade que têm os pequenos da presença dos pais.
Mas, o filho precisa sentir-se protegido, amparado. Precisa ter a certeza de que encontrará um ombro amigo, um colo materno, um pai atencioso para ouví-lo, quando as dificuldades se apresentarem.
Quando ele se sentir humilhado porque apanhou na escola, quando ele se sentir derrotado porque perdeu o jogo de futebol, quando ele se sentir preterido por não ter sido aprovado para atuar na peça teatral.
Ele precisa ter tempo para contar as suas amarguras e ser ouvido. Ele precisa de pai e de mãe que o abracem após as horas intermináveis de estudo às vésperas das provas.
Ele precisa de pai e de mãe que o incentivem a prosseguir, mesmo quando ele esteja indo mal em uma ou outra matéria.
Ele precisa de pais que estudem com ele, sofram com ele, estejam com ele.
Como se vê, o que conta não é somente qualidade do que se faz quando se está com os filhos, mas quantidade também.
Vale meditar sobre tudo isso e iniciar um esforço para estarmos mais perto, por mais tempo, dos nossos pequenos.
***********************************************************
Cada criança carrega dentro de si um projeto de luz que nós devemos auxiliar a concretizar.
A criança de agora nos fala da nossa situação amanhã.
Cuidemos dela, estejamos com ela, sabendo lhe dar o espaço para que cresça, saudável e feliz, segura e tranquila, embalada pelas nossas orientações amorosas.
Cada criança é um Espírito imortal em recomeço no mundo.
Estejamos com nossos filhos, auxiliando-os a escalar os degraus do progresso.
Redação do Momento Espírita, com pensamentos finaiscolhidos no cap. 11, do livro Vereda familiar, pelo EspíritoThereza de Brito, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Talvez por isso eu seja tão estranha, porque esse comportamento, para mim, não é normal. Mas se isso é ser antiquado(a), então eu prefiro ser assim!!!
Segue o texto belíssimo para reflexão de todos nós, pais, a respeito de como nós estamos criando nossos filhos. Vale a pena ler...
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TEMPO DOS FILHOS
As tendências da atualidade falam de qualidade, quando se discute a questão de educação de filhos e tempo que os pais dedicam a eles.
Em verdade, toda vez que o assunto tempo é tratado, as primeiras frases que brotam ligeiras das bocas das pessoas é: "Não tenho tempo". "A vida é muito corrida". "A profissão me exige muito".
Face a tais posicionamentos, natural que o que se sacrifique seja sempre o tempo com a família. Afinal, a profissão é importante porque tanto realiza o ser quanto lhe permite angariar os recursos para o conforto e as necessidades. O estudo é importante porque permite o progresso da criatura, tanto quanto é exigido para o aprimoramento técnico.
Dessa forma, resta somente sacrificar o tempo dedicado aos familiares. Assim, os filhos crescem sem que percebamos.
Possivelmente,começaremos a notar que os anos passaram quando o filho chegar em casa com a namorada pela mão para nos apresentá-la.
Como é possível? Ainda ontem usava fraldas e hoje já namora. Sim, o tempo parece correr. Os anos se somam. O tempo da infância se vai. Os filhos crescem.
Mas, alguns pais dizem que o importante não é o quanto de horas permanecemos ao lado dos filhos, mas a qualidade, isto é, o que fazemos quando estamos com eles.
Face a isso, acreditam que sair no final de semana para um passeio, um almoço familiar, férias em conjunto sejam suficientes para suprir a necessidade que têm os pequenos da presença dos pais.
Mas, o filho precisa sentir-se protegido, amparado. Precisa ter a certeza de que encontrará um ombro amigo, um colo materno, um pai atencioso para ouví-lo, quando as dificuldades se apresentarem.
Quando ele se sentir humilhado porque apanhou na escola, quando ele se sentir derrotado porque perdeu o jogo de futebol, quando ele se sentir preterido por não ter sido aprovado para atuar na peça teatral.
Ele precisa ter tempo para contar as suas amarguras e ser ouvido. Ele precisa de pai e de mãe que o abracem após as horas intermináveis de estudo às vésperas das provas.
Ele precisa de pai e de mãe que o incentivem a prosseguir, mesmo quando ele esteja indo mal em uma ou outra matéria.
Ele precisa de pais que estudem com ele, sofram com ele, estejam com ele.
Como se vê, o que conta não é somente qualidade do que se faz quando se está com os filhos, mas quantidade também.
Vale meditar sobre tudo isso e iniciar um esforço para estarmos mais perto, por mais tempo, dos nossos pequenos.
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Cada criança carrega dentro de si um projeto de luz que nós devemos auxiliar a concretizar.
A criança de agora nos fala da nossa situação amanhã.
Cuidemos dela, estejamos com ela, sabendo lhe dar o espaço para que cresça, saudável e feliz, segura e tranquila, embalada pelas nossas orientações amorosas.
Cada criança é um Espírito imortal em recomeço no mundo.
Estejamos com nossos filhos, auxiliando-os a escalar os degraus do progresso.
Redação do Momento Espírita, com pensamentos finaiscolhidos no cap. 11, do livro Vereda familiar, pelo EspíritoThereza de Brito, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.


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